Cuide do seu cérebro sem impor riscos à sua saúde

A BBC acaba de divulgar uma notícia sobre um aparelho que estimula o cérebro com choques e pode ser comprado pela internet. No entanto, a técnica está preocupando médicos porque pode causar ataques epiléticos e alterar o humor. No mercado, já existem recursos alternativos que podem potencializar a capacidade cognitiva sem efeitos colaterais.

As notícias sobre este assunto, que vem sendo muito explorado pela imprensa no mundo todo, mostram como o cérebro se tornou o centro das atenções no século 21. No Brasil, não por acaso, a primeira rede de academias para o cérebro já possui 130 unidades.

Jogos de tabuleiro, exercícios de lógica, jogos virtuais, dinâmicas em grupo, vídeos motivacionais, estudo de idiomas e até medicação são algumas das formas de colocar o cérebro em movimento e ativar neurônios adormecidos, aumentando a capacidade de aprendizado, resolução de problemas, relacionamento e autoestima.

Já na técnica artificial, os neurônios são estimulados por pequenos choques elétricos aplicados na cabeça. Segundo a matéria da BBC publicada pelo portal G1, a teoria por trás desta técnica é que os sinais elétricos tornam os neurônios mais reativos. “Pesquisas preliminares indicam que estímulos elétricos podem aumentar a capacidade de atenção e ajudar pessoas com problemas de cognição e depressão”, diz a notícia da BBC.

Remédio para a saúde mental, sem efeitos colaterais

Assim como nas últimas décadas nos conscientizamos sobre a importância dos cuidados com o corpo e a alimentação, estamos sendo convidados a prestar atenção à saúde do cérebro, como forma de utilizar o máximo da nossa inteligência, preservar a memória, evitar o declínio das funções cognitivas e promover a qualidade de vida.
Diferentemente dos aparelhos e medicamentos que prometem melhorar o desempenho do cérebro, aumentando sua capacidade de processamento, atenção e memória, a ginástica para o cérebro é uma prática que pode trazer os mesmos resultados sem riscos à saúde.

Na metodologia SUPERA, os alunos aprendem a usar o ábaco, um instrumento oriental que desenvolve a capacidade de foco e velocidade de raciocínio. Além disso, o curso traz inúmeros outros resultados.

Em colaboração com neurocientistas do Brasil e da Europa, o SUPERA tem um programa completo de desenvolvimento cognitivo que já treinou mais de 40 mil brasileiros. São pessoas de todas as idades que querem ter mais facilidade para aprender, melhorar seu rendimento nos estudos e no trabalho, ter mais foco e atenção, melhorar seu convívio social e evitar doenças degenerativas do cérebro, como o Alzheimer.

“Uma das maiores queixas da população hoje é a falta de foco e atenção, o que atrapalha no aprendizado e no rendimento de cada um. Vivemos na era da informação, mas não estamos preparados para processar tudo o que recebemos. Por isso, acredito que a ginastica cerebral, sobretudo o ábaco, possa ser uma das melhores formas de exercitar o cérebro para lidar com esta realidade”, afirma a neurocientista Carla Tieppo, consultora da rede SUPERA.

A ginástica cerebral pode ajudar, não somente crianças com distúrbios mentais, disfunções neurológicas e instabilidades neuroquímicas, como o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Esta é uma prática que veio para ficar na vida das pessoas e pode nos ajudar a chegar à terceira idade com um cérebro saudável e muita qualidade de vida.

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