Para qualquer hora, em qualquer lugar!

Colocamos a Pik UP CD, da indiana Mahindra, à prova nas trilhas de Socorro. Para fazer o teste convidamos Ana Paula Etchalus, advogada e moradora do bairro e Luciano Peixoto, especialista em desenvolvimento de trilhas para eventos fora de estrada. Confira!

MahindraÉ forte como uma Toyota Bandeirantes, confortável e completa como uma Hilux. Se é para definir a picape cabine dupla da Mahindra, uma empresa indiana que fixou o pé no Brasil para produzir seus carros, resolvemos usar uma referência que a maioria dos brasileiros conhece, as Toyota. Todo o conjunto do carro é muito robusto e resistente. Você pode soltar a imaginação e criar obstáculos à vontade que a Mahindra topa qualquer parada.

Saímos de São Paulo com destino a Socorro, uma pequena e deliciosa cidade no Circuito das Águas paulista e um paraíso para quem gosta de trilhas. Chegando lá não demos folga para a Mahindra, que acompanhou bravamente duas motocicletas pelas estradas de fazendas, caminhos com erosões, lama e até travessias de rio.

Todo o tempo me senti segura e muito confortável. Nunca havia dirigido em estrada de terra e nunca havia dirigido um 4×4. A Mahindra me conquistou, quero uma para continuar a fazer esses passeios

comentou Ana Paula Etchalus, advogada em São Paulo e moradora da Vila Mariana.

Mas, não foi apenas a Ana Paula, que está iniciando no mundo fora de estrada que a Mahindra cativou. Luciano Peixoto, nosso anfitrião em Socorro e um dos mais experientes off roaders do país, adorou o carro.

Trabalho criando e organizando eventos fora de estrada. Minha profissão é criar dificuldades para pilotos passarem com carros e motos. Essa picape da Mahindra me impressionou. É confortável, tem um conjunto de suspensão que topa qualquer parada e é muito resistente

disse Peixoto, que foi um dos responsáveis, inclusive, pela organização do Red Bull Cross Choice, uma prova fechado que aconteceu no Brasil e trouxe pilotos do mundo todo para enfrentaram os obstáculos que ele criou.

No asfalto a Pik Up Mahindra se mostrou forte também e o melhor, muito confortável e econômica. O novo motor de alumínio, 2.2, turbo e intercooler, conseguiu marcas surpreendentes, com sua cavalaria aumentada em relação ao antecessor 2.6, o novo propulsor desenvolve 120 cavalos, o suficiente para gerar um bom torque em todas as rotações e promover economia, a Pik Up fez 14 km/l de diesel na estrada, ótima marca para um utilitário.

Este motor privilegia o menor consumo de combustível e força, o que torna o carro perfeito para a cidade e ideal para o campo

explicou Mário Mizuta, diretor comercial da Mahindra.

Para Ana Paula o Pik Up é perfeito para ser o carro da família.

É fácil de dirigir, na cidade você esquece que está em um carro grande. Tem espaço para os filhos, para as malas e para os cachorros, isso é um sonho. Todo mundo fica confortável, o carro é macio, tem um ótimo ar-condicionado e todos acesseorios de uma picape de luxo. Por exemplo, o sistema multimídia é completo e muito bom. Além disso, com a Mahindra descobri que gosto muito de viajar por trilhas e já comecei a sonhar em ir para o Chile e deserto do Atacama com uma dessas, algo que nunca havia imaginado que ia ter vontade. Com certeza a Mahindra será uma ótima companheira de viagem. Adorei!

Por trás de um utilitário, uma marca

MahindraPara quem não sabe, a Mahindra é uma empresa indiana que agora fabrica seus carros no Brasil. A marca, no setor de automóveis, produz desde 1945 e seu primeiro jipe foi desenvolvido através de uma licença que recebeu da Willys para produzir os jipes de guerra americanos na India. Além do setor automotivo, a Mahindra produz para o da tecnologia da informação, infraestrutura, comércio e equipamentos agrícolas.

O Grupo Mahindra é uma das poucas empresas indianas que tem uma relação estreita com o progresso industrial de seu país e uma influência direta sobre o desenvolvimento da nação. O vínculo de Mahindra com seu país é tão antigo quanto a própria Índia, já que ambos nasceram no mesmo período, por isso compartilham as mesmas aspirações, e tiveram de superar dificuldades semelhantes para alcançar seus objetivos, reconhecimento e prestígio, tanto no nível nacional, quanto internacional. A marca ainda é nova no Brasil, mas já provou para o que veio no resto do mundo.

Internacionalmente, a Mahindra tem uma forte presença e prestígio adquiridos graças à experiência e qualidade do seu trabalho. As exportações de automóveis começaram em 1969 com a entrega de 1.200 utilitários e suas respectivas peças de reposição à Iugoslávia. Pouco tempo depois, abriram-se os mercados internacionais e Mahindra tornou-se conhecida em países como Ceilão, Cingapura, Filipinas e Indonésia. Uma vez consolidada nesses mercados, a Mahindra aventurou-se a conquistar a África, Ásia, Europa e América Latina. O sucesso internacional da empresa superou todas as expectativas, por isso a empresa decidiu abrir a Mahindra África do Sul, operando em Pretória, e Mahindra Europa, com sede na Itália. Além disso, a Mahindra tem uma presença em vários países latino-americanos como Argentina e Brasil. No Chile, a Mahindra entrou no mercado em 2001 com tratores que estão atualmente distribuídos e comercializados pela Maquinarias Gildemeister, que é a divisão de máquinas do Grupo Gildemeister.

A presença da Mahindra na Europa tem se consolidado nos últimos anos. No início deste ano adquiriu 90,47% da Schoneweiss, empresa alemã dedicada à fabricação de peças para motores e veículos ferroviários. Entre os clientes da empresa incluem Scania, Volkswagen e DaimlerChrysler. Desta maneira, a Mahindra se converteu no principal fornecedor de componentes automotivos, totalmente integrado, da Índia.